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segunda-feira, 5 de março de 2007

Arpad Szenes - obras da Fundação Arpad Szenes-Vieira da Silva

Fundação expõe obras menos conhecidas de Arpad Szenes em Março
Uma selecção de 129 desenhos, pinturas e gravuras de Arpad Szenes vai ser exposta em Março, em Lisboa, revelando registos menos conhecidos do artista, tais como auto- retratos e pinturas da sua mulher, Vieira da Silva.
De acordo com a Fundação Arpad Szenes-Vieira da Silva, a realização da exposição, a inaugurar a 02 de Março nas suas instalações, pretende remir uma "dívida moral" para com o artista, "um projecto sempre adiado por várias razões".
Em 1994 a Fundação comemorou o décimo aniversário da abertura do museu ao público com a grande exposição "Vieira da Silva nas colecções internacionais", planeando para mais tarde uma homenagem semelhante a Arpad Szenes, nunca concretizada.
A entidade considerou ser oportuno destacar este ano a obra do artista, cujo espólio em seu poder é superior ao de Vieira da Silva, ascendendo a cerca de 2.000 peças de diferentes técnicas e suportes que cobrem toda a sua produção.
Esta mostra da obra do artista detida pela Fundação foi agrupada por séries e temas recorrentes na produção de Arpad Szenes, nomeadamente arquitectura, a família e outros retratos de pessoas próximas, estudos sobre o corpo, ilustrações e gravuras.
Os desenhos - sobretudo da infância e juventude, e muitos auto- retratos de que nunca se separou - vão ser uma componente especial da exposição, não tanto por serem obras maiores do artista, mas pelo seu valor documental e emocional.
Um dos seus modelos de eleição, Maria Helena Vieira da Silva, surge como um dos temas predominantes a partir de 1930, ano do casamento, acompanhada pelo artista ou por elementos como mesas ou cadeiras, numa fusão de afecto e de investigação plástica.
A exposição completa-se com um núcleo de pinturas, paisagens abstractas que testemunham a forma como Arpad Szenes executava a representação da luz, o movimento e a atmosfera.
Nascido em Budapeste em 1897, revelou desde muito cedo uma especial aptidão para o desenho, frequentando a Academia Livre de Budapeste, onde o ensino era avançado e liberal.
Influenciado pela música de Bartok e de Kodaly, bem como pela arte de vanguarda de Lajos Kassák, percorreu as capitais artísticas europeias e fixou-se em Paris em 1925.
Quatro anos mais tarde conheceu Vieira da Silva na Academia da Grande Chaumière, casaram-se, e nos anos seguintes a sua obra é marcada pelo contacto com os surrealistas.
Devido à guerra partem para o Brasil, onde permanecem até 1947, e, de regresso a Paris, Arpad pede a nacionalidade francesa.
Começando a afirmar-se como pintor, veio a receber diversas condecorações do Estado francês pela sua actividade. Viria a falecer em 1985.
Apesar da sua personalidade discreta, é considerado um dos melhores representantes da Escola de Paris dos anos 40, tendo-lhe sido dedicadas várias retrospectivas a partir dos anos 70.
"Arpad Szenes - obras da Fundação Arpad Szenes-Vieira da Silva" estará patente até 17 de Junho de 2007.
Agência LUSA
Ver
Sobre ao relacionamento de António Aniceto Monteiro, Leite Lopes, Arpad Szenes e Vieira da Silva, ver

sábado, 12 de maio de 2007

Fotobiografia / Fotobiografía

ANTÓNIO ANICETO MONTEIRO
Uma fotobiografia a várias vozes
Una fotobiografía a varias voces
(o autor do desenho da capa é ARPAD SZENES)
(Clube SPM)
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Ver:
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Índice
Agradecimentos
Índice
Notas introdutórias
Prefacio

1884-1936: Mossâmedes-Lisboa-Paris
Da Conferência de Berlim à guerra no sul de Angola
Os Pais
O falecimento de António Ribeiro Monteiro
Em Lisboa
Menino da Luz
“A revelação da sua extraordinária aptidão para o estudo e a investigação”
Casamento
“Revelou as suas tendências para a investigação, quando ainda aluno da Faculdade de Ciências”
Sus primeros trabajos

1936-1945: Lisboa-Porto
Um “curriculum vitae excepcional”
O Núcleo de Matemática, Física e Química
La labor de investigación de Monteiro en Lisboa
Prefácio à Portugaliae Mathematica
Actuação de António Aniceto Monteiro em Lisboa entre 1939 e 1942
Prefácio a Trabalhos do Seminário de Análise Geral
Nascimento da Sociedade Portuguesa de Matemática
Gazeta de Matemática
Conferências de Maurice Fréchet em Portugal
Excerto do Prefácio ao livro Funções Contínuas
“Um invulgaríssimo entusiasta da causa da investigação matemática”
António Aniceto Monteiro e o C.E.M. do Porto
António Aniceto Monteiro no Porto
Os objectivos da Junta de Investigação Matemática
Passeios no Tejo
Leis que visavam a repressão e a depuração dos funcionários civis e militares do Estado
Decreto-lei n.° 25:317
Decreto-lei n.° 27:003
“Não aceito limitações à minha inteligência!”
Carta a Guido Beck: “Fiz preparativos para sair do meu país para sempre”
“Eles foram de facto valores «sonegados» ao país”

1945-1949: Rio de Janeiro
A influência de António Aniceto Ribeiro Monteiro no desenvolvimento da Matemática no Brasil
Impressões sobre António Aniceto Monteiro
António Aniceto Ribeiro Monteiro no Brasil
La labor de investigación de Monteiro en Río de Janeiro
“Relembro a figura de Antônio Aniceto Monteiro...”
Carta a Guido Beck: “Isto é um inferno...”
La transferencia de Monteiro a Argentina

1949-1957: San Juan
Na Argentina
Carta a Guido Beck: “No dia 25 viajámos todos para San Juan”
Carta a Guido Beck: “Cidade destruída por um terramoto...”
Professor António Monteiro and contemporary mathematics in Argentina (San Juan)
“Monteiro fue uno de los más ilustres matemáticos que llegó a este continente”
La labor de investigación de Monteiro en San Juan
Problemas da cultura matemática portuguesa

1957-1977: Bahía Blanca
Professor António Monteiro and contemporary mathematics in Argentina (Bahía Blanca)
Monteiro en Bahía Blanca
António Monteiro na Universidad Nacional del Sur
“Voltei a Paris depois de 34 anos de ausência...”, “Volto para a Argentina sem ir a Portugal”
“Como trabajador científico me he limitado a cumplir con mis deberes...”
La labor de investigación de Monteiro en Bahía Blanca
Monteiro’s research in Bahía Blanca
Ruy Luís Gomes em Bahía Blanca
Recordações de Instituto de Matemática, de António Monteiro e dos seus discípulos (em Bahía Blanca)
Recordando a don Ruy Luís Gomes
Relatórios do informador habitual...
A situação político-institucional da UNS em 1975
Expulsão de professores da UNS
Cartas de matemáticos argentinos em defesa de António Aniceto Monteiro
Poesias de António Monteiro (1959)

1977-1979: Lisboa
O regresso de António Monteiro a Portugal, de 1977 a 1979
O Aniceto

1979-2007: Bahía Blanca
Aniceto Monteiro, um homem
Recordando Aniceto Monteiro
La labor de investigación de Monteiro
The last days

Bibliografía de António Aniceto Monteiro
Formação de discípulos
Cronologia de António Aniceto Monteiro
Referências

segunda-feira, 12 de dezembro de 2016

JOSÉ LEITE LOPES: excerto de «idéias e paixões»

Leite Lopes e Monteiro numa fotografia dos anos 1945-1949
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(…)
Quando voltei de Princeton, em 1946, eu morava em uma pensão, chamada Pensão Internacional, em Santa Tereza, que eram as ruínas do Hotel Internacional, onde se havia hospedado a grande bailarina Isadora Duncan, pelo que me disseram. Eu me casei em julho de 46 e voltei para o Rio (ver RIO), para um quarto de apartamento em Copacabana. Havia um matemático português, Antônio Aniceto Monteiro, que morava nesta pensão, que achou que eu deveria ir para lá e eu fui com a minha mulher. O lugar era muito aprazível; um lugar alto e fazia uma diferença de dois três graus com relação ao resto da cidade, o que era muito importante no verão. Lá habitava o famoso casal Arpád Szenes e Maria Helena Vieira da Silva. A Vieira da Silva tornou-se depois uma das maiores pintoras na França. Eles vieram para cá refugiados da guerra. Havia também o pintor Carlos Scliar, que acabava de regressar da Europa, onde tinha participado da guerra como integrante da Força Expedicionária Brasileira. Havia um crítico de Arte chamado Rubem Navarra, que depois foi para a França e parece que enlouqueceu e morreu prematuramente. Uma aluna de Arpád, uma americana, fez um retrato a óleo de minha mulher Carmita, que é uma beleza e até hoje está na casa de meu filho mais velho, José Sérgio. Havia também um casal amigo, Adolpho e Ana Soares, que eram ceramistas, e que nos visitavam muito na Pensão Internacional. Aliás, nos fins de semana, iam à pensão poetas e escritores como Manuel Bandeira, Murilo Mendes e sua mulher, Maria da Saudade Cortesão, a famosa Cecília Meirelles e seu esposo Heitor Grillo, o poeta Ascenso Ferreira (ver POESIA). Iam todos visitar Maria Helena e Arpád Szenes. Eu morava num quarto em cima do deles e descia para ouvir música de quarteto, as músicas de Debussy, de Bach (ver BACH) e era uma delícia! Influenciado por essas coisas todas, pelo convívio com esses pintores e artistas, fui me interessando, cada vez mais, pelas Artes.
(…)
Uma beleza a pintura (ver BELEZA)! Eu travei contato com a pintura quando vim ao Rio de Janeiro e me hospedei na Pensão Internacional, com a minha mulher (ver AMOR). Eu tinha acabado de casar, e lá estava um casal famoso de pintores: Arpád Szenes, que era um pintor de nacionalidade húngara, mas radicado em Paris, e sua mulher Maria Helena Vieira da Silva, nascida em Portugal, mas também residente em Paris. Ambos eram muito famosos como grandes pintores, e tinham fugido de Paris com a ocupação alemã e estavam instalados na Pensão
Internacional em Santa Teresa, para onde me levou o matemático português Antonio Aniceto Monteiro, que também estava hospedado lá. Também estava lá Carlos Scliar, um grande pintor brasileiro, e então foi o meu primeiro contato com a pintura. Eu via lá o Arpád que dava aulas de pintura e tinha alunas americanas e Maria Helena, separada dele, evidentemente em outro atelier, para um não influenciar o outro.
(…)

terça-feira, 11 de dezembro de 2012

Minuta da entrega da edição da Portugaliae Mathematica à Sociedade Gazeta de Matemática, Limitada (21 de Outubro de 1946)

© Família de António Aniceto Monteiro
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A letra no cimo desta minuta é, provavelmente, de Avelino Cunhal, como se pode ver comparando-a com a letra da primeira página manuscrita do livro "Nenúfar no charco" (livro de 1934-1935):
Tudo leva a crer que a minuta foi feita pelo próprio Avelino Cunhal e que todos os trâmites legais também foram feitos por ele.
Avelino Cunhal
Agradecimentos: família de Avelino Cunhal
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Ver:
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Nesta data, a família Monteiro morava Rua Almirante Alexandrino, 964, na «Pensão Internacional», no Rio de Janeiro, onde também moravam Maria Helena Vieira da Silva e Arpad Szenes.
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«Havia ainda em Santa Teresa, nessa mesma época, um outro núcleo irradiador de manifestações culturais inovadoras, produzidas a partir do convívio de artistas e intelectuais brasileiros com emigrados europeus. Trata-se da Pensão Internacional, que ocupava alguns chalés anteriormente pertencentes ao requintado e já então desativado Hotel Internacional, localizado na Rua Almirante Alexandrino. Ali pontificavam, na década de 40, o pintor húngaro Arpad Szenes e a pintora portuguesa Maria Helena Vieira da Silva, que eram casados. Entre os moradores da Pensão Internacional estavam, por exemplo, o crítico de arte Rubem Navarra, o cientista Leite Lopes, o poeta português Antônio Boto, o arquiteto belga Jacques Van der Beuque e o pintor Carlos Scliar. O local, onde Szenes estabeleceu o seu ateliê e lecionou pintura, era frequentado também por outros intelectuais e artistas, como os poetas Murilo Mendes e Cecília Meireles, o pintor e escultor Athos Bulcão, o cenógrafo e diretor de teatro Eros Martim Gonçalves e os escritores franceses Michel Simon e Roger Caillois.»
[André Luiz Faria Couto: Pensão Mauá e Hotel Internacional]
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«A declaração da guerra, em Agosto de 1939, apanha o casal em viagem. Temendo o avanço das tropas alemãs e as consequências pela origem judia de Arpad, partem primeiro para Paris, depois para Lisboa, deixando o atelier do Boulevard Saint-Jacques entregue ao cuidado de Jeanne Bucher. Em Portugal, Vieira requer, para si e para Arpad, a nacionalidade portuguesa. Contraem matrimónio religioso na igreja de São Sebastião da Pedreira e durante quase um ano, vivem e trabalham no atelier do Alto de São Francisco aguardando uma resposta que virá negativa. Sem a protecção da nacionalidade e receando a progressão germânica, o casal decide exilar-se no Brasil.
Em Junho de 1940 Vieira e Arpad embarcam para o Rio de Janeiro. Instalam-se primeiro no Hotel Londres, em Copacabana, e depois numa pensão no Flamengo. Mais tarde Arpad e Vieira mudam-se para o Hotel Internacional, no Silvestre, em Santa Teresa, última morada do casal no Rio de Janeiro. Do seu círculo de amizades fazem parte Murilo Mendes, Cecília Meireles, Carlos Drummond de Andrade, Carlos Scliar, Maria Saudade Cortesão, Ruben Navarra, Athos Bulcão, Martim Gonçalves – dito Eros, entre outros.
O exílio no Brasil foi particularmente doloroso para Vieira e a sua obra reflecte as suas inquietações: a dor da guerra, o absurdo da condição humana, o desenraizamento e a saudade. A artista vê-se despojada de tudo. Um estado de crescente debilidade fá-la abandonar as pesquisas abstractas que só serão retomadas e actualizadas no regresso a Paris, em 1947.»

sexta-feira, 13 de junho de 2008

Maria Helena Vieira da Silva nasceu há 100 anos

Fotografia retirada de: aqui
Carlos Scliar (1920-2001)
Sobre ao relacionamento de António Aniceto Monteiro, Leite Lopes, Arpad Szenes e Vieira da Silva, ver
Leite Lopes, grande amigo de António Aniceto Monteiro
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Relembro a figura de Antônio Aniceto Monteiro, matemático português que deu importante contribuição matemática no Brasil enquanto aqui esteve como professor na FNFi, até que pressões políticas oriundas do regime salazarista de Portugal tiveram força suficiente, nesta universidade, àquela época, para afastá-lo.
Lembro da Pensão Internacional de Santa Teresa no Rio de Janeiro, para onde fui em 1946, depois de casar-me assumir a cátedra na Faculdade Nacional de Filosofia. Ali estavam os Monteiro, o casal de pintores Maria Helena Vieira da Silva e Arpad Szenes, mundialmente famosos, o pintor Carlos Scliar, o saudoso crítico de arte Rubem Navarra e os nossos vizinhos e amigos, os ceramistas Anna e Adolpho Soares, num ambiente onde pairava talvez a sombra de Isadora Duncan, que lá - dizem - havia se hospedado e para onde iam, freqüentemente, à noite, Murilo Mendes, Manuel Bandeira, Heitor Grillo e Cecília Meirelles. Evoco o apoio que recebi na década de 1940 e 1950, dos conselheiros científicos da Embaixada da França, entre eles Madame Gabrielle Mineur, do Conselho Britânico. No Conselho Científico da Embaixada Americana no Rio de Janeiro, em 1969, devo a Mr. Hudson os esforços realizados para a minha partida para Pittsburgh.
Invoco na década de 1940, no Quartier Latin do Rio de Janeiro, o Catete, as discussões sobre cinema conduzidas por Vinicius de Moraes e Plínio Sussekind Rocha e as discussões com companheiros como Guerreiro Ramos, sobre Platão e Rainer Maria Rilke. Relembro encontros no gabinete de Simeão Leal, no Ministério da Educação; os encontros com colegas de outras especialidades na Faculdade Nacional de Filosofia - o que a velha instalação na cidade permitia -, como Roberto Alvim Correa, Manuel Bandeira, Josué de Castro Vieira Pinto, Hilgard Sternberg, Thiers Moreira, Maria Yedda Linhares, João Cristóvão Cardoso, Alceu Amoroso Lima, Vitor Nunes Leal, Oliveira Castro, Otto Maria Carpeaux - então chefe da Biblioteca da FNFi - e Júlio de Sá Carvalho. As discussões sobre filosofia com René Poirier, o grande epistemólogo da Sorbonne, A. Ratisbona e Iremar Pena. Aqui paro pois este relato.

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

terça-feira, 6 de março de 2007

Carlos Scliar (1920-2001)

1943 -A pintora Maria Helena Vieira da Silva, seu marido, o pintor Arpad Szenes, e Carlos Scliar. Fotografia retirada daqui

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Procuração a Avelino Cunhal (16 de Outubro de 1943)

Avelino Cunhal (fotografia copiada do livro Nenúfar no Charco)
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Em Outubro de 1943, António Aniceto Monteiro preparava-se para sair imediatamente do país...
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 © Família de António Aniceto Monteiro
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O nome de Lídia Monteiro aparece com um erro; onde está "Lídia Moreira", deveria estar "Lídia Marina".
Uma das testemunhas é o médico João Ferreira Marques (ver Ferreira Marques e Bento de Jesus Caraça num passeio no Tejo).
A outra testemunha é Antonino José de Sousa, advogado.
O notário é José Peres de Noronha Galvão (*).
(*) Pai de Maria Luísa Melo de Noronha Galvão.
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Nesta data, a família Monteiro morava Rua Fábrica das Sedas, 5, rés-do-chão. Actualmente, parece que tal rua não existe, mas existe uma travessa com o mesmo nome que fica na zona das Amoreiras, nas traseiras da Fundação Arpad Szenes - Vieira da Silva; também pode suceder que chamaram "Rua" à "Travessa". Curiosamente, menos de dois anos mais tarde, a família Monteiro iria habitar a «Pensão Internacional», no Rio de Janeiro, onde também moravam Maria Helena e Arpad... (ver Maria Helena Vieira da Silva nasceu há 100 anos).

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Lídia Monteiro, por Arpad Szenes

Rio de Janeiro, anos 40
© Família de António Aniceto Monteiro

domingo, 31 de maio de 2009

102 anos


António Aniceto Monteiro no Rio de Janeiro. O desenho é de Arpad Szenes.
© Família de António Aniceto Monteiro