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terça-feira, 13 de novembro de 2012

Certidão de casamento, datada de 28 de Fevereiro de 1979 (Lisboa) e apresentada na Argentina, em 8 de Novembro de 1980




© Família de António Aniceto Monteiro
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8 de Novembro de 1980: António Aniceto Monteiro falecera menos de duas semanas antes.

sexta-feira, 27 de julho de 2007

(3) Biblioteca Dr. ANTONIO A. R. MONTEIRO


Fotografias de Elza Amaral
Placas colocadas 10 anos após a morte de A. Monteiro no interior da biblioteca.

(2) Biblioteca Dr. ANTONIO A. R. MONTEIRO

Fotografia de Elza Amaral
Placa existente à porta da biblioteca do Instituto de Matemática da Universidad del Sur.

(1) Biblioteca Dr. ANTONIO A. R. MONTEIRO

Digitalização de Jorge Rezende
© Família de António Aniceto Monteiro
Cartão em que a Direcção do Instituto de Matemática de Bahía Blanca (UNS-CONICET) comunica que, a partir de 29 de Outubro de 1983, a biblioteca se passará a chamar “Antonio A. R. Monteiro”.

quinta-feira, 26 de julho de 2007

Notícia do falecimento

Digitalização de Jorge Rezende
© Família de António Aniceto Monteiro
Nesta notícia há um engano porque A. A. Monteiro faleceu com 73 anos.

Bodas de Ouro do casamento, 29 de Julho de 1979

Reprodução por meios fotográficos de Elza Amaral
© Família de António Aniceto Monteiro

sábado, 16 de junho de 2007

Duas citações de António Aniceto Monteiro

"O estudante apreciado sob o ponto de vista intelectual será aquele que demonstrar uma superioridade efectiva na resolução de problemas postos a concurso, na realização de palestras, etc, e não aquele tipo de estudante, tão vulgar ainda nas nossas escolas, que passa a vida a falar de coisas que não entende, de coisas que não estudou ou mal conhece (porque é de bom tom e dá fama falar um pouco sobre tudo) e que é incapaz de fazer o mais pequeno esforço para modificar o ambiente em que vive e não repara na contradição que existe entre as ideias que professa e a vida que faz".
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"O que lhe esteve faltando foi dedicação, característica dos intelectuais lusitanos, que sentam-se nos cafés esperando que lhes salte uma chispa na cabeça, que naturalmente nunca chega, porque não trabalham. E não trabalham porque pensam que pertencem a uma casta — o trabalho é para os operários e camponeses, e não para gente que se diz ilustrada. Enfim, a eterna confusão da pequena burguesia portuguesa, que terminou por votar na canalha reaccionária e fascista nas últimas eleições".
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Citações copiadas de Álbum de Recortes (11 e 13 de Junho de 2007).

segunda-feira, 11 de junho de 2007

Así es la vida...

Así es la vida...
Uno se usa y se gasta en tareas que no pueden terminarse – y a pesar de eso se inician con entusiasmo y dedicación, porque las esperanzas y certezas nunca se pierden.
Tristezas de Bahía Blanca! En las márgenes del Napostá, entre vientos y tormentas en que la tierra nos ahoga, veo Lisboa distante – recuerdos de mi infancia!


[Este texto é uma adaptação de uma citação de António Aniceto Monteiro. É o texto que finaliza a Fotobiografia. A citação original - de uma carta a Eduardo L. Ortiz - pode ser vista aqui: Professor António Monteiro and contemporary mathematics in Argentina, páginas XXXI e XXXII]
Digitalização da fotografia feita por Jose Marcilese
© Família de António Aniceto Monteiro

sexta-feira, 1 de junho de 2007

50 anos

António Monteiro e Lídia durante o casamento (29 de Julho de 1929)

Bodas de Ouro do casamento, 29 de Julho de 1979
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Reprodução por meios fotográficos de Elza Amaral
© Família de António Aniceto Monteiro
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António Aniceto Monteiro casou-se em 29 de Julho de 1929 em Lisboa, na 8ª Conservatória do Registo Civil, com Lídia Marina de Faria Torres, nascida em 31 de outubro de 1910, natural de Mossâmedes. Do casamento nasceram dois filhos – António, em 8 de Fevereiro de 1934, e Luiz, em 5 de Outubro de 1936.

quinta-feira, 29 de março de 2007

En las márgenes del Napostá...

Nas margens do rio Tejo... (cerca de 1941)
Digitalização de Jorge Rezende

Arroyo Napostá


"Tristezas de Bahía Blanca! En las márgenes del Napostá, entre vientos y tormentas en que la tierra nos ahoga, veo Lisboa distante – recuerdos de mi infancia!"
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Arroyo Napostá
De Wikipedia, la enciclopedia libre
El Arroyo Napostá nace en la localidad de Sierra de La Ventana, provincia de Buenos Aires, Argentina y tras un recorrido de 130 km que atravieza al partido y a la ciudad de Bahía Blanca, desemboca por la bahía en Mar Argentino.
Hasta la localidad de Tres Picos, sus aguas son especialmente cristalinas y en ellas conviven muchas especies de peces.

En Bahía Blanca
En la ciudad de Bahía Blanca recorre el margen este del
Parque de Mayo y en la intersección de la Avenida Urquiza y Casanova comienza el entubado que finaliza en la Terminal de Ómnibus San Francisco de Asís, y en cuyo tramo inicial se emplaza el Paseo de las Esculturas. En los sectores en los que el arroyo se encuentra descubierto, como a lo largo del parque, sus orillas se mantienen parquizadas para la recreación de la comunidad y se han construído ciclovías y pasarelas peatonales para organizar la circulación y brindar mayor comodidad e higiene.

Bahía Blanca, Argentina - en las márgenes del Napostá...




Em Bahía Blanca viveu António Aniceto Monteiro de meados de 1957 a meados de 1977, e de meados de 1979 até à sua morte em 1980.
No primeiro mapa está a província de Buenos Aires na qual se integra Bahía Blanca. Pode também ver-se Monte Hermoso.
O terceiro mapa é uma planta onde se vê a Avenida Colón onde se localiza a reitoria da Unversidad Nacional del Sur.
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