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sábado, 21 de abril de 2007

Helena Rasiowa (Vienna, June 20, 1917 - Warsaw, August 9, 1994)

Eminent visitors were frequently seen at Monteiro’s Institute. Jean Porte gave an advanced course on mathematical logic and mechanical calculations based on his recent lectures at the Institute Poincaré in Paris; David Mackinson discussed modal Logic; Alan Rose advanced topics in Logic; H. Bauer representation problems in Analysis; Paulo Ribenboim ordered groups; Kiyoshi Iseki topological vector spaces; George Alexits gave master classes on topics of trigonometric series which resulted in a beautiful set of notes which was printed twice. The Institute received the influence of the Polish school of Logic through two of its main exponents of that time: Helena Rasiowa and Roman Sikorski. Many other visitors from abroad or from other Argentinian universities gave courses, short series of lectures or seminars.
[De] Eduardo L. Ortiz: Professor António Monteiro and contemporary mathematics in Argentina.
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Invita al Instituto a destacados matemáticos de ese momento. Los primeros en llegar fueron dos profesores de la escuela polaca de lógica: Helena Rasiowa y Roman Sikorski, en 1958. Makoto Itoh y Paulo Ribenboim en 1959, Georges Alexits (Budapest), Jean Porte, Federico Gaeta y Orlando Villamayor en 1960 y Mischa Cotlar y Kiyoshi Iseki, en 1963.
[De] E. Fernández Stacco: António A. Monteiro (31/05/1907-29/10/80).
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De 1958 a 1974 visitaram o Instituto, apesar das diversas dificuldades, para dar cursos e/ou conferências aproximadamente 60 Professores, entre eles: R. Sikorski, H. Rasiowa, A. Diego, O. Dodera, M. Itoh, P. Ribenboim, O. E. Villamayor, G. Alexits, J. Porte, F. Gaeta, M. Tourasse Teixeira, J. Dieudonné, R. L. Gomes, E. Zarantonello, W. Damköler , M. Cotlar, K. Iseki, B. Vauquois, E. Oklander, L. Santaló, E. Roxin, L. Cesari, P. Révész, A. Rose, J. C. Boussard, A. Micali, N. da Costa, D. Makinson, E. Gentile, E. García Camarero, H. Bauer, C. Segovia, R. Panzone, A. Benedek, E. Ortiz, J. Tirao, M. Auslander, H. Bass, C. Wall, M. Harada, E. Cabaña, I. Vincze, os quais cobriram uma ampla gama de especialidades dentro da matemática. Isto mostra a preocupação de António Monteiro por um desenvolvimento integral da matemática em Bahía Blanca, e não somente pelos temas que particularmente estudava. Alguns de estes Professores ficaram definitivamente em Bahía Blanca, e outros ficaram por um certo tempo.
[De] Luiz F. Monteiro: Contribuição Matemática do Professor Dr. António A. R. Monteiro.
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El interés de Monteiro en álgebra de la lógica se acrecienta después de la visita de Helena Rasiowa y Roman Sikorski a Bahía Blanca en 1958. Durante esta visita Rasiowa expuso sobre los sistemas algebraicos correspondientes a la lógica constructiva con negación fuerte considerada por David Nelson. Estas álgebras fueron llamadas N-lattices o álgebras casi-seudo-booleanas por Rasiowa y posteriormente, álgebras de Nelson por Monteiro. Una estructura subyacente a las álgebras de Nelson son las álgebras de De Morgan (o álgebras casi booleanas en la nomenclatura de Rasiowa).
[De] Roberto Cignoli: La Obra Matemática de António Monteiro.
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Throughout the study of Boolean and Heyting algebras, Monteiro became interested in the algebraic aspects of logic, this interest having been aroused by direct contact with Roman - Sikorski and Helena Rasiowa when they visited Bahía Blanca in 1958. Monteiro applied his mathematical experience to the study of algebraic systems related to non-classical logics. He was convinced that the algebraic methods in logic would have important technological applications in the future, as a consequence of the development of computers. In view of such prospective applications, he tried to use finitistic and combinatorial methods in studying classes of algebras, whenever possible.
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In the same vein, he determined the structure of the finite De Morgan and Nelson algebras. Monteiro investigated in depth the structure of Nelson algebras (introduced by H. Rasiowa as the algebraic counterparts of the constructive logic with strong negation considered by Nelson and Markhoff), and he proved that the class of semi-simple Nelson algebras coincides with the class of algebras corresponding to three-valued Lukasiewicz logics. Thus he showed that, from the algebraic point of view, the three-valued Lukasiewicz logic stands in the same relation to constructive logic with strong negation as classical logic does to intuitionistic logic.
[De] Roberto Cignoli: Antonio Monteiro, 1907-1980.

quinta-feira, 11 de outubro de 2012

LEMBRANDO O MONTEIRO, por Paulo Ribenboim




 
© Família de António Aniceto Monteiro

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Neste blogue:

segunda-feira, 25 de dezembro de 2006

Paulo Ribenboim

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"Paulo Ribenboim nasceu em Recife em 1928. Foi discípulo de Antonio Monteiro no Brasil, Jean Dieudonné na França, Wolfgang Krule na Alemanha e pesquisador do IMPA de 1956 a 1959. Teve uma carreira internacional, principalmente nos Estados Unidos, na França e no Canadá, onde ensinou na Queen's University. É autor de mais de 200 artigos de pesquisa e exposição bem como de numerosos livros, entre os quais : "13 Lectures on Fermat's Last Theorem", "Fermat's Last Theorem for Amateurs", "The New Book of Prime Number Records", "My Numbers, My Friends", "Classical Theory of Algebraic Numbers", "The Theory of Classical Valuatives". Detentor do Prêmio Pólya em exposição matemática, Doutor Honoris Causa da Universidade de Caen e Membro da Academy of Sciences of The Royal Society of Canada".

Pesquisador estuda a história e o desenvolvimento das linhas de pesquisas da matemática no Brasil

(Um artigo do CANAL CIÊNCIA. O pesquisador a que o título se refere é Clóvis Pereira da Silva)
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Além disso, a pesquisa elenca os seguintes históricos para a matemática no Brasil:
para a introdução dos aspectos não-clássicos da Análise Matemática, a pesquisa aponta o nome de António Aniceto R. Monteiro, matemático português que chegou no Brasil em 1945 e trabalhou no Departamento de Matemática da FNFi. Por seu intermédio, foram contatados vários matemáticos no exterior que trabalhavam em Análise. Alguns estiveram como visitantes na FNFi. Entre eles, Marshall H. Stone (University of Chicago). Neste período surgiu o jovem Leopoldo Nachbin, que a partir da década de 1950 impulsionou e consolidou os estudos e a pesquisa em Análise Matemática não-clássica no país, por meio de cursos e seminários, na Universidade do Brasil, no CBPF, no Núcleo de Matemática da Fundação Getúlio Vargas, no Instituto de Matemática Pura e Aplicada (Impa) e na Universidade Federal do Rio de Janeiro. Maurício Matos Peixoto, Marília Chaves Peixoto e Elon Lages Lima também desempenharam importantes papéis no Rio de Janeiro para os estudos iniciais da Análise Matemática não-clássica. Os dois primeiros se destacaram posteriormente nos estudos e pesquisa de Sistemas Dinâmicos.
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para a introdução dos estudos e pesquisas em Álgebra, o trabalho remonta à chegada de Luigi Fantappié à USP, de António Aniceto R. Monteiro à Universidade do Brasil em 1945 e, ainda, à chegada de outros matemáticos portugueses à Universidade de Recife, a partir da década de 1950, bem como à criação do Impa na primeira metade da década de 1950, com o trabalho de Paulo Ribenboim, e depois o trabalho do algebrista alemão Otto Endler na mesma instituição. Os estudos e a pesquisa em Álgebra (Geometria Algébrica e Teoria dos Números) foram introduzidos regularmente nos primórdios do Impa, em cursos regulares e seminários de formação, com foco ao estímulo a jovens talentosos para o estudo dessa subárea da Matemática. Os primeiros seminários de Álgebra do Impa foram freqüentados por Paulo Ribenboim, Artibano Micali, Otto Endler, Alberto de Azevedo, Renzo Piccinini, entre outros. Posteriormente, os estudos e a pesquisa nessa subárea contaram, no Impa, com a participação de outros algebristas brasileiros e estrangeiros, dentre os quais são citados Ernest Kunz, Aron Simis, Yves Lequain, Karl Otto-Sthor e, na Universidade de Brasília, Adilson Gonçalves e Said N. Sidki.
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Ver artigo completo:

segunda-feira, 16 de julho de 2007

Com estudantes no Rio de Janeiro


Reprodução por meios fotográficos de Elza Amaral
© Família de António Aniceto Monteiro

Nota: esta fotografia está um pouco deformada, sobretudo do lado esquerdo.

domingo, 15 de julho de 2007

Monteiro e estudantes no Rio de Janeiro

Digitalização de Jose Marcilese
© Família de António Aniceto Monteiro
Ao lado esquerdo está Paulo Ribenboim. Ao lado direito está Leopoldo Nachbin.

quinta-feira, 19 de abril de 2007

Mischa Cotlar (Sarney, Ucrania, agosto de 1913 - Buenos Aires, Argentina, 16 de enero de 2007)

Mischa Cotlar em Chicago, 1952
Mischa Cotlar
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Mischa Cotlar nació en Sarney, Ucrania en 1913 y emigró con sus padres y su hermano a Uruguay en 1928; tenía entonces 15 años de edad y a pesar de que no había tenido más de un año de educación formal, había estudiado algunos libros de matemática y resuelto algunos problemas de teoría de números, como descubrió algun tiempo después, el matemático uruguayo Rafael Laguardia quien lo invitó a participar en su seminario. Para ayudar económicamente a su familia, Mischa, que era ya un buen pianista, tocó el piano en algunos bares del puerto de Montevideo hasta 1931, cuando comenzó a tocar en un trio de cámara en Punta del Este. En 1935 Mischa emigró a Buenos Aires, que se convirtió en su ciudad natal, atraido por su actividad matemática. En 1938 se casa con Yanny Frenkel, una joven estudiante de matemáticas de origen ruso, con la cual ha compartido toda su vida. Como Mischa Cotlar es un autodidacta y sólo tuvo un año de educación formal, nunca pudo inscribirse oficialmente como estudiante en nigún instituto argentino o uruguayo. Su primer diploma, el doctorado de la Universidad de Chicago, lo obtuvo en 1953 cuando tenía 40 años y ya había publicado alrededor de 30 trabajos de Matemática.
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San Juan había sido desvastada por un terremoto unos pocos años antes, y a la llegada de Monteiro con su esposa y sus dos hijos, aún no estaba totalmente recons­truida. Otra vez se dedica intensamente al desarrollo de la matemática. Aparte de sus importantes investigaciones sobre las propiedades aritméticas de los espacios topológi­cos y de la modernización del curso de Análisis Matemático que dictaba, transmitió su entusiasmo al rector de la Universidad para la creación de un Departamento de Investi­gaciones Científicas, DIC, destinado a la investigación y a la formación de investiga­dores en las ciencias básicas. Esta especie de “escuela de graduados” fue una idea in­novadora en la estructura de las universidades argentinas de la época. En el Instituto de Matemática del DIC se formaron varios destacados matemáticos argentinos. También fundó la "Revista Matemática Cuyana” donde aparecieron publicados los im­portantes trabajos de Cotlar sobre transformada de Hilbert y teoría ergódica. Estando en la Universidad de Princeton a comienzo de los 70, y al saber la bibliotecaria que yo era argentino, me dijo que estaba preocupada porque tenían sólo dos volúmenes de esa re­vista, y que sus pedidos a lo largo de los años a la Universidad de Cuyo para continuar la colección habían sido infructuosos. Se quedó muy sorprendida cuando le respondí que tenían la colección completa. Efectivamente, los avatares políticos de la Argentina llevaron a la disolución del DIC en 1957, y a la suspensión de la publicación de la re­vista. Mischa Cotlar, que fue director del Instituto de Matemática, cuenta en una en­trevista reproducida en esta fotobiografía, la breve historia del DIC y la decisiva in­fluencia de Monteiro en su creación.
[De] Roberto Cognoli: (do Prefacio a) António Aniceto Monteiro - uma fotobiografia a várias vozes, una fotobiografía a varias voces.
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The Departamento de Investigaciones Científicas, known as the D.I.C., was created in 1951 and the project included a Mathematics Research Institute. The Institute was established in Mendoza and Dr. Mischa Cotlar, who had just returned from the University of Chicago, having moved from the University of Buenos Aires, was placed in charge of it.
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Besides Cotlar, the main research workers of this group were Eduardo Zarantonello, who was at the time working on a now classic book on theoretical hydrodynamics co-authored by G. Birkhoff; the German mathematician Dietrich Völker, well known for his work on integral transforms; topologist Rodolfo Ricabarra; logicians Gregorio Klimovsky and Jorge Bosch; algebraist Villamayor (who moved from San Juan); statistician and probabilist Fausto I. Toranzos; O. Varsavsky, with interests in several areas; complex analyst Yanny Frenkel (Cotlar's wife), and a few others. Some of them were there permanently, others commuted.
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A new mathematics journal, Revista Matemática Cuyana, began publication in 1955, edited by M. Cotlar, E. Zarantonello and A. Monteiro, and, later on, also by Júlio Rey Pastor who at the time was in San Luis. It published papers by Cotlar, Ricabarra, Varsavsky, Zarantonello, S. Sispanov, Monteiro (all in the Cuyo area) as well as by W. Blaschke, A. Winther and N. Wiener.
In 1954 UNESCO sponsored a meeting of Latin American mathematicians which was held in Mendoza. Among others, Alberto Cal-derón, Leopoldo Nachbin, Mischa Cotlar and António Monteiro read substantial papers. Rey Pastor summed up the contributions in a paper titled: «La Matemática Moderna en Latino América», where he makes sharp observations on the state of Mathematics in the region, He also discusses the contents of the main papers.
[De] Eduardo L. Ortiz: Professor António Monteiro and contemporary mathematics in Argentina.
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Mainly through the strong pressure of its student population, the University of Buenos Aires remained for 11 years, from 1955, under an enlighted progressive leadership of variable denomination.
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In my view, the main factors that contributed to the rapid success of the exact sciences in Buenos Aires in that period were: i) the incorporation of Mischa Cotlar and some other leading mathematicians who were before in the D.I.C.; ii) the ability to recapture many mathematicians and physicists originally in Buenos Aires’ University, who from 1952 had gradually moved to the Commission of Atomic Energy on account of an increasingly tense atmosphere as the Faculty of Science was in the hands of authorities not directly interested in the achievement of cultural objectives; and iii) the return of Argentine scientists trained in more advanced institutions abroad, who contributed with many new ideas and attitudes.
[De] Eduardo L. Ortiz: Professor António Monteiro and contemporary mathematics in Argentina.
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Entre 1957 y 1964 [António Monteiro] dirige el Instituto por varios períodos, todos ellos breves. Otra de las características de Monteiro fue la de no ocupar cargos directivos, que le correspondían por jerarquía. Trataba de orientar sus energías en cuestiones generalmente más útiles, como la organización, la investigación y la dirección de sus discípulos.
Invita al Instituto a destacados matemáticos de ese momento. Los primeros en llegar fueron dos profesores de la escuela polaca de lógica: Helena Rasiowa y Roman Sikorski, en 1958. Makoto Itoh y Paulo Ribenboim en 1959, Georges Alexits (Budapest), Jean Porte, Federico Gaeta y Orlando Villamayor en 1960 y Mischa Cotlar y Kiyoshi Iseki, en 1963.
[De] E. Fernández Stacco: António A. Monteiro (31/05/1907-29/10/80).
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De 1958 a 1974 visitaram o Instituto, apesar das diversas dificuldades, para dar cursos e/ou conferências aproximadamente 60 Professores, entre eles: R. Sikorski, H. Rasiowa, A. Diego, O. Dodera, M. Itoh, P. Ribenboim, O. E. Villamayor, G. Alexits, J. Porte, F. Gaeta, M. Tourasse Teixeira, J. Dieudonné, R. L. Gomes, E. Zarantonello, W. Damköler , M. Cotlar, K. Iseki, B. Vauquois, E. Oklander, L. Santaló, E. Roxin, L. Cesari, P. Révész, A. Rose, J. C. Boussard, A. Micali, N. da Costa, D. Makinson, E. Gentile, E. García Camarero, H. Bauer, C. Segovia, R. Panzone, A. Benedek, E. Ortiz, J. Tirao, M. Auslander, H. Bass, C. Wall, M. Harada, E. Cabaña, I. Vincze, os quais cobriram uma ampla gama de especialidades dentro da matemática. Isto mostra a preocupação de António Monteiro por um desenvolvimento integral da matemática em Bahía Blanca, e não somente pelos temas que particularmente estudava. Alguns de estes Professores ficaram definitivamente em Bahía Blanca, e outros ficaram por um certo tempo.
[De] Luiz F. Monteiro: Contribuição Matemática do Professor Dr. António A. R. Monteiro.

quarta-feira, 21 de março de 2007

Discípulos de António Aniceto Monteiro


António Aniceto Monteiro sempre mostrou uma grande preocupação em transmitir a sua experiência pessoal ajudando e estimulando os jovens a trabalhar na investigação científica.
Realizaram teses de doutoramento sob a sua direcção: Antonio Diego (apresentada na Universidade de Buenos Aires), Roberto Cignoli e Luisa Iturrioz (apresentadas na Universidad Nacional del Sur), Mário Tourasse Teixeira (apresentada na Universidade de São Paulo) e Isabel Loureiro (Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa).
Realizaram trabalhos sob a sua direcção: Horacio Porta, Diana Brignole, Ricardo Maronna, Manuel Fidel, Luiz Monteiro, Aldo Figallo, Alicia N. Ziliani, Manuel Abad, María Luisa Gastaminza, Susana Gastaminza, Darío Picco (Argentina), Lorenzo González Coppola (Chile) e Osvaldo Chateaubriand (Brasil).
Além disso exerceu uma grande influência sobre muitas pessoas que vieram a revelar-se destacados matemáticos, entre os quais se podem mencionar:
Em Portugal: José Sebastião e Silva, Hugo Baptista Ribeiro e Alfredo Pereira Gomes.
No Brasil: Leopoldo Nachbin, Maurício Peixoto e Paulo Ribenboim.
Na Argentina: Orlando Villamayor, María L. Bruschi.
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[Agradecimentos ao Prof. Luiz Monteiro]