sexta-feira, 29 de Janeiro de 2010

Concurso dos 0 aos 100 - Histórias de Cientistas (De 1 de Fevereiro a 30 de Abril)

A Comissão Nacional para as Comemorações do Centenário da República (CNCCR) e o jornal Ciência Hoje (CH), decidiram lançar um concurso designado por “Dos 0 aos 100 – Histórias de Cientistas”, numa iniciativa conjunta que tem em vista a divulgação da história e património científico da República, recordando acontecimentos, realizações alcançadas em diversos campos científicos e, mais concretamente, evocando os seus protagonistas.

terça-feira, 10 de Novembro de 2009

THE MATHEMATICS OF ANTÓNIO ANICETO MONTEIRO (ROBERTO CIGNOLI)

*
Ver ainda:

domingo, 4 de Outubro de 2009

RUA ANTÓNIO ANICETO MONTEIRO





Ver:
EDITAL N.º 78/2009 (da Câmara Municipal de Lisboa)

segunda-feira, 6 de Julho de 2009

“Eles foram de facto valores «sonegados» ao país” [Bento de Jesus Caraça]

Outra razão ainda, não menos forte, me leva a escrever esta carta. É a acusação extremamente grave que V. Ex.a faz aos antigos bolseiros do Instituto para a Alta Cultura.
No dizer de V. Ex.a, apesar das «extraordinárias facilidades» que se lhes proporcionaram, deles não surgiram os «trabalhos de valor positivo que impusessem os seus autores» e enfileiram hoje ao lado daqueles que «não realizaram trabalho útil ou porque o não quiseram ou não souberam produzir ou porque cometeram o crime de reservar para os seus partidos o que de direito pertencia à Nação», daqueles que «não exibem títulos à confiança do povo português – ou porque os não possuem, ou porque os sonegaram».
Estamos assim em face de uma situação singularmente pitoresca – a de um conjunto de homens, entre os quais antigos bolseiros, que, ou são incapazes ou, não o sendo, se dedicaram à tarefa diabólica de sonegar os seus próprios títulos, de reservar os seus trabalhos para os seus partidos. Espectáculo, na verdade, singular – este, que trabalha em matemática, vá de sonegar uns teoremas da teoria dos conjuntos e enterrá-los em segredo nos cofres do partido X; aquele, que se dedica à Física Atómica, sonega resultados sobre a desintegração do núcleo e leva-os em não menor segredo para as arcas secretas do partido Y. Quem sabe mesmo se nalguma cave bafienta e soturna do partido Z, não estava já há muito tempo sonegada a bomba atómica... E por toda a parte, nas posições estratégicas da ciência, da arte, da filosofia, etc., etc., uns cidadãos sinistros sonegam para os partidos! tudo a sonegar. Que magistral panorama da nossa vida cultural, V. Ex.a conseguiu traçar – o panorama da universal sonegação! Ah! Ramalho Ortigão!
Sr. Sub-Secretário de Estado eu não sou nem fui bolseiro do Instituto para a Alta Cultura: sou talvez um «sonegador» embora sem a agravante de ter usufruído das «extraordinárias facilidades». Não sou nem fui bolseiro e não tenho procuração de nenhum deles para o defender, nem eles necessitam de quem os defenda. Mas há entre eles dois homens que não podem agora defender-se porque não estão em Portugal. Dois homens que são dos maiores valores intelectuais da sua geração – José Rodrigues Migueis e António Aniceto Monteiro.
Dois homens que foram bolseiros e quiseram dar honestamente ao seu país os frutos do seu trabalho e da sua capacidade; dois homens que o Estado não aproveitou, a quem não criou as mínimas condições de trabalho: dois homens que através das maiores dificuldades materiais lutaram heroicamente para poderem dar ao seu país, tudo aquilo de que eram capazes. José Rodrigues Migueis, esse querido e generoso Migueis, especializado na Bélgica em reeducação de crianças anormais, não conseguiu em Portugal, mais do que um lugar numa instituição particular onde lhe pagavam 400 escudos por mês. A António Aniceto Monteiro, matemático brilhante, doutor pela Sorbonne, não foi dado, como situação pública, mais que um lugar de assalariado do Instituto para a Alta Cultura para catalogar revistas!
Estes dois homens acabaram por ter de sair de Portugal, em procura de condições de vida e de trabalho. A respeito deles aplica-se com toda a justiça a palavra «sonegação». Eles foram de facto valores «sonegados» ao país. Por quem? pelos partidos?
Se V. Ex.a se tivesse previamente informado do que é a vida intelectual e material dos estudiosos do seu país, da atmosfera de dificuldades em que por vezes eles vivem, estou em crer que não teria lançado a monte, para cima daqueles que nobremente se lhe opõem em luta de ideias, a acusação indiscriminada de incapazes ou de desonestos. Ou seremos nós já tão irremediavelmente infelizes que não possamos fazer justiça aos nossos adversários?

Bento de Jesus Caraça: [Segunda e última parte da] Carta aberta ao Subsecretário de Estado das Corporações.

sábado, 27 de Junho de 2009

Almoço de homenagem a Mira Fernandes no IST em 16 de Junho de 1954 pelo seu jubileu

Digitalização de Jorge Rezende
À memória de Maria Adelaide Mira Fernandes

quinta-feira, 11 de Junho de 2009

SUMMA BRASILIENSIS MATHEMATICAE: A INFLUÊNCIA DE MONTEIRO NO BRASIL



Após a Revolução de 30, profundas transformações ocorreram na Educação no Brasil. A atuação dos Pioneiros da Escola Nova – em especial Fernando de Azevedo e Anísio Teixeira – ocasionou a criação da Universidade do Distrito Federal (UDF), posteriormente Universidade do Brasil (UB), atual Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Uma das conseqüências da UDF foi a vinda de vários cientistas de renome da Europa (principalmente da Itália) e dos Estados Unidos. Um desses cientistas foi o matemático português António Aniceto Monteiro, que imediatamente atua de forma intensa para a divulgação entre os brasileiros do que havia de mais recente em matemática. Junto com um grupo de matemáticos liderados por Lélio Gama e Leopoldo Nachbin, funda, em 1945, a Summa Brasiliensis Mathematicae, a primeira revista de Matemática Superior, no Rio de Janeiro, com projeção internacional. Colaboraram com artigos para a Summa figuras importantes para as gerações atuais como Maurício Mattos Peixoto, Jean Dieudonné, Leopoldo Nachbin, Maria Laura Mouzinho Leite Lopes, Mário Schönberg, Paul Erdös, Paul Halmos, dentre outros. Este trabalho pretende mostrar como se deu o surgimento da Summa; a produção científica de António Monteiro em Portugal; suas dificuldades de convivência com o regime político adotado por António Salazar, culminando na sua vinda para o Rio de Janeiro; sua valiosa contribuição para o desenvolvimento da Matemática no Brasil e comentar alguns resultados atuais em Matemática que tiveram relação direta com artigos da Summa.
Palavras-Chave: História da Matemática no Brasil, Pesquisa Matemática no Rio de Janeiro; Summa Brasiliensis Mathematicae e António Aniceto Monteiro.
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domingo, 31 de Maio de 2009

102 anos


António Aniceto Monteiro no Rio de Janeiro. O desenho é de Arpad Szenes.
© Família de António Aniceto Monteiro

Homenagem no Colégio Militar

No dia 16 de Dezembro de 2008, o Colégio Militar recebeu a visita do Presidente da Sociedade Portuguesa de Matemática (Prof. Doutor Nuno Crato) e do Vice-Presidente da mesma Sociedade, Prof. Doutor Miguel Tribolet de Abreu.
Ler o restante da notícia aqui.

sexta-feira, 31 de Outubro de 2008

Actas do IX Congreso Dr. Antonio Monteiro

Digitalização de Jorge Rezende
Agradecimento a Luiz Monteiro
Agradecimento especial a Leticia Giretti
Ver:
Actas do IX Congreso Dr. Antonio Monteiro
IX Congreso Dr. Antonio Monteiro
Centenario del Nacimiento de Antonio Monteiro
Bahía Blanca, 30 de mayo al 1ero de junio de 2007

terça-feira, 16 de Setembro de 2008

Número especial do BOLETIM da SPM dedicado a António Aniceto Monteiro



Este Boletim contém as ACTAS do
Colloquium António Aniceto Monteiro
on the centenary of his birth
Lisboa, 4th-5th June 2007

sexta-feira, 11 de Julho de 2008

Actas do IX Congreso Dr. Antonio Monteiro

IX Congreso Dr. Antonio Monteiro
Centenario del Nacimiento de Antonio Monteiro
Bahía Blanca, 30 de mayo al 1ero de junio de 2007
Actas:
Introducción
Conferencia inaugural
The mathematics of António Aniceto Monteiro RobertoCignoli.
Conferencias invitadas
Universal quasivarieties of algebras M.E.Adams,W.Dziobiak.
Sobre lógicas fuzzy basadas en t-normas y los resultados de Monteiro sobre las álgebras de Heyting simétricas Francesc Esteva, Lluís Godo.
Semi-Heyting algebras Hanamantagouda P. Sankappanavar.
Comunicaciones
Descomposición de la acción signada del grupo simétrico sobre sus transposiciones José Araujo.
Symmetric structure for closure algebras Patricio Díaz Varela.
A duality for monadic (n+1)-valued MV-algebras Marina Beatriz Lattanzi, Alejandro Gustavo Petrovich.
A remark on an approximate functional equation for ζ(s) Pablo Panzone.
On B-operator derivatives on non amenable nuclear Banach algebras C.C. Peña.
Conferencia de clausura
António A. R. Monteiro e a investigação em Portugal na década de 40 Elza Maria Alves de Sousa Amaral.
***
Copiado de IX Congreso Dr. Antonio Monteiro

terça-feira, 8 de Julho de 2008

Ciência e Cidadania - Homenagem a Bento de Jesus Caraça - Fundação Calouste Gulbenkian - Auditório 3 - 10 de Julho - 18h30

quarta-feira, 25 de Junho de 2008

A Evolução Histórica da Ciência no Brasil, por José Leite Lopes

(...)
Eu vou falar de matemáticos porque estamos aqui para fazer a história deles não é? Então vou falar deles... eu não sou historiador mesmo, sou só um observador do que está ocorrendo. Conheci Leopoldo Nachbin, um grande matemático meu amigo, talvez o primeiro matemático brasileiro que recebeu influências italianas de Gabriele Mammana, Acchile Bassi, além de Antonio Aniceto Monteiro e depois Marshall Stone e André Weil; Leopoldo Nachbin foi para os Estados Unidos e tornou-se um grande matemático, faleceu recentemente, foi talvez o primeiro matemático profissional da nova geração, ou pelo menos do que eu chamo de "nova geração", como se eu ainda fosse novo...

A EVOLUÇÃO histórica da ciência no Brasil. Rio de Janeiro: CBPF, 1998. 7p. (CBPF-CS-010/98).
Publicado também em Encontro Luso-Brasileiro de História da Matemática, 2 & Seminário Nacional de História da Matemática, 2. São Paulo, 23-26 mar. 1997. In: Anais... s.l., s.n., 1997.
Full text

sexta-feira, 13 de Junho de 2008

Maria Helena Vieira da Silva nasceu há 100 anos

Fotografia retirada de: aqui
Carlos Scliar (1920-2001)
Sobre ao relacionamento de António Aniceto Monteiro, Leite Lopes, Arpad Szenes e Vieira da Silva, ver
Leite Lopes, grande amigo de António Aniceto Monteiro
***
Relembro a figura de Antônio Aniceto Monteiro, matemático português que deu importante contribuição matemática no Brasil enquanto aqui esteve como professor na FNFi, até que pressões políticas oriundas do regime salazarista de Portugal tiveram força suficiente, nesta universidade, àquela época, para afastá-lo.
Lembro da Pensão Internacional de Santa Teresa no Rio de Janeiro, para onde fui em 1946, depois de casar-me assumir a cátedra na Faculdade Nacional de Filosofia. Ali estavam os Monteiro, o casal de pintores Maria Helena Vieira da Silva e Arpad Szenes, mundialmente famosos, o pintor Carlos Scliar, o saudoso crítico de arte Rubem Navarra e os nossos vizinhos e amigos, os ceramistas Anna e Adolpho Soares, num ambiente onde pairava talvez a sombra de Isadora Duncan, que lá - dizem - havia se hospedado e para onde iam, freqüentemente, à noite, Murilo Mendes, Manuel Bandeira, Heitor Grillo e Cecília Meirelles. Evoco o apoio que recebi na década de 1940 e 1950, dos conselheiros científicos da Embaixada da França, entre eles Madame Gabrielle Mineur, do Conselho Britânico. No Conselho Científico da Embaixada Americana no Rio de Janeiro, em 1969, devo a Mr. Hudson os esforços realizados para a minha partida para Pittsburgh.
Invoco na década de 1940, no Quartier Latin do Rio de Janeiro, o Catete, as discussões sobre cinema conduzidas por Vinicius de Moraes e Plínio Sussekind Rocha e as discussões com companheiros como Guerreiro Ramos, sobre Platão e Rainer Maria Rilke. Relembro encontros no gabinete de Simeão Leal, no Ministério da Educação; os encontros com colegas de outras especialidades na Faculdade Nacional de Filosofia - o que a velha instalação na cidade permitia -, como Roberto Alvim Correa, Manuel Bandeira, Josué de Castro Vieira Pinto, Hilgard Sternberg, Thiers Moreira, Maria Yedda Linhares, João Cristóvão Cardoso, Alceu Amoroso Lima, Vitor Nunes Leal, Oliveira Castro, Otto Maria Carpeaux - então chefe da Biblioteca da FNFi - e Júlio de Sá Carvalho. As discussões sobre filosofia com René Poirier, o grande epistemólogo da Sorbonne, A. Ratisbona e Iremar Pena. Aqui paro pois este relato.

sábado, 31 de Maio de 2008

101 anos


Digitalização de Jorge Rezende
Agradecimentos a Edgar Ataíde
© Família de António Aniceto Monteiro

sexta-feira, 25 de Abril de 2008

25 de Abril!

Ver:

quinta-feira, 17 de Abril de 2008

Comemorações da Vida e Obra de Mira Fernandes

Digitalização de Jorge Rezende
Comemorações da Vida e Obra de Mira Fernandes têm início em Lisboa
É já amanhã, quinta-feira, 17 de Abril, a inauguração das comemorações da vida e obra de Aureliano de Mira Fernandes, por ocasião dos 50 anos do seu falecimento. A cerimónia terá lugar pelas 10h30 no Instituto Superior de Economia e Gestão da Universidade Técnica de Lisboa. Na ocasião, será lançado um selo comemorativo da efeméride e o primeiro volume das Obras Completas do ilustre matemático. As comemorações decorrem até 16 de Junho de 2009, e o encerramento terá lugar no Instituto Superior Técnico, onde também foi professor.
Cartaz:
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Fotografias:
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domingo, 6 de Abril de 2008

António Aniceto Monteiro na Wikipédia

ver também

sábado, 5 de Abril de 2008

Revista O COLÉGIO MILITAR nº 215 de Dezembro de 2007







António Aniceto Monteiro homenageado na abertura solene do ano lectivo no Colégio Militar

Lição Inaugural proferida pelo Professor Vasco Lince: " Aniceto Monteiro " - O matemático que olhava Portugal de longe. [ PDF ]

Revista da Associação dos Antigos Alunos do Colégio Militar nº 169






António Aniceto Monteiro homenageado na abertura solene do ano lectivo no Colégio Militar
Lição Inaugural proferida pelo Professor Vasco Lince: " Aniceto Monteiro " - O matemático que olhava Portugal de longe. [ PDF ]

Revista O COLÉGIO MILITAR nº 213 de Julho de 2007


quarta-feira, 2 de Abril de 2008

Maria de Lurdes Pereira Coutinho, a irmã mais nova de António Aniceto Monteiro

Flores de Maria de Lurdes, flores para Maria de Lurdes
Maria de Lurdes Pereira Coutinho Ataíde Costa
1922 - 30 de Março de 2008
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Ver:

quarta-feira, 9 de Janeiro de 2008

No blogue Colégio Militar 1977/85

segunda-feira, 3 de Dezembro de 2007

No blogue José Cardoso Morgado

Ver a etiqueta

segunda-feira, 5 de Novembro de 2007

António Aniceto Monteiro: um testemunho sobre o impacto recente da sua obra em Álgebras da Lógica

Seminário de Álgebra
"António Aniceto Monteiro: um testemunho sobre o impacto recente da sua obra em Álgebras da Lógica"
Isabel Ferreirim (Universidade de Lisboa, Portugal)
Sexta-feira, 09 de Novembro de 2007, 14h30, Anfiteatro


Complexo Interdisciplinar da Universidade de Lisboa
Av. Prof. Gama Pinto, 2
1649-003 Lisboa

domingo, 4 de Novembro de 2007

O Coronel José Narciso d'Andrade


Na fotografia estão José Narciso d'Andrade, a esposa (Clotilde da Fonseca Silvano) e a filha de ambos (Eugénia Cândida Silvano de Andrade) (4 de Março de 1917).
José Narciso Antunes d’Andrade Júnior, nasceu em 27 de Dezembro de 1854 no Crato, distrito de Portalegre. Foi promovido a “Coronel para o Estado Maior de Infantaria em 12 de Agosto de 1909, colocado no Regimento de Infantaria nº 11, em Setúbal, em 4 de Setembro do mesmo ano, e no D.R.R. nº 5, em Lisboa, como comandante, em 26 de Outubro de 1910. Faleceu em 4 de Novembro de 1926.
É do Coronel José Narciso d'Andrade o relatório através do qual se tem o retrato mais completo da personalidade do pai de António Aniceto Monteiro. Ver:

quinta-feira, 1 de Novembro de 2007

António Aniceto Monteiro homenageado na abertura solene do ano lectivo no Colégio Militar

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sábado, 15 de Setembro de 2007

"Pienso que todos los hombres tienen derecho a la cultura..." [texto completo!]

Señoras y Señores
Colegas y amigos:

Quiero en primer lugar expresar mis mejores agradecimientos a todas las personas que han querido honrarme con su presencia en esta reunión, que me ha emocionado profundamente.
Llevo 43 años de actividad, como trabajador científico, realizada principalmente en tres países: Portugal, Brasil y Argentina.
No existen caminos fáciles. De un modo general he encontrado en mi trabajo dificultades de mayor o menor grado según los países y las circunstancias particulares del contexto ambiental, que cambia en forma constante.
¿Cuáles son las ideas de carácter general que dominaron mi espíritu al final de una vida dedicada al trabajo científico?
En primer lugar pienso que la observación, la experimentación y el razonamiento, como es bien conocido son los pilares del conocimiento humano.
Se trata de una convicción profunda que he mantenido a lo largo de toda mi vida, juntamente con muchísimos otros, con vivo rechazo de todo tipo de tendencias irracionales.
La observación del mundo exterior ha motivado, por cierto, la creación de muchas ramas de la matemática, dándoles el impulso inicial.
Pero una característica esencial de esta disciplina consiste en no hacer afirmaciones sin demostrarlas, sin probarlas por medio de razonamientos adecuados. En esto reside el encanto de la matemática.
El arte de razonar es el instrumento fundamental que se usa para labrar el terreno de esta disciplina.
Pero dado un conjunto de postulados el desarrollo de sus consecuencias no está automáticamente determinado. Existen muchos caminos posibles. Hay que elegir. Por un lado están las nociones nuevas que hay que introducir (por medio de definiciones) y las relaciones entre ellas que es necesario describir.
Se trata en realidad de un viaje poético por caminos desconocidos que tiene todas las características de una aventura apasionante.
Aparentemente en su desarrollo intervienen la imaginación, las consideraciones de carácter estético y filosófico, la observación ó el descubrimiento de analogías, el poder de síntesis, de análisis, etc. Encontrar una perspectiva, escalar caminos difíciles y desconocidos, para llegar eventualmente a un punto de vista destacado y contemplar el paisaje circundante; son posibilidades que mueven el espíritu del estudioso.
Uno percibe de pronto todas las dificultades que se presentan en un trabajo de esta naturaleza y al disfrutar de un paisaje maravilloso en algunos caminos que otros abrirán se adquieren dos virtudes irreemplazables; la humildad y el respeto por la actividad del investigador científico.
En esta aventura de la razón no es posible hacer abstracción del uso que se hace de los resultados obtenidos en el campo de la investigación, ni de sus motivaciones; para el Bien o para el Mal. Disyuntiva siempre presente en el curso de la Historia, en la cual intervienen todos los hombres, cuanto mas no sea por su indiferencia.
Pienso que todos los hombres tienen derecho a la cultura y espero que llegará pronto la era en que todos ellos podrán satisfacer plenamente sus necesidades de orden material, sin distinciones de ninguna naturaleza.
Paralelamente todos deben tener consciencia de sus deberes y obligaciones, trabajando de acuerdo con sus posibilidades, para el bien de la humanidad.
Esto será posible si la generación actual, y en particular los jóvenes, se proponen alcanzar esos objetivos por caminos inteligentes y adecuados para cada contexto.
Las ciencias matemáticas, como todas las otras, tienen un importante rol a desempeñar en la construcción de un mundo mejor.
Pensar de esta forma es un deber, creo yo, pero se trata de un pensamiento de muchos millones de hombres y que tiene profundas raíces en la historia.
Estas son mis convicciones y mis deseos mas profundos.
Como trabajador científico me he limitado a cumplir con mis deberes. Otros méritos no tengo. Mal puedo justificar las atenciones que recibo en el día de hoy y solo quisiera expresar en pocas palabras mi reconocimiento.

António Aniceto Monteiro (1974?)


Este deve ser o discurso de agradecimento por lhe ter sido outorgado o título de Membro Honorário da União Matemática Argentina (1 de Outubro de 1974). Agradecimentos ao Prof. Luiz Monteiro que o transcreveu. Pertence ao espólio de António Aniceto Monteiro.
NOTA: Infelizmente, na FOTOBIOGRAFIA (páginas 142-143 (*)), este texto está cortado a partir de "Esto será posible..."
(*) Aparece com o título "Como trabajador científico me he limitado a cumplir con mis deberes..."
Ver:

quinta-feira, 30 de Agosto de 2007

Manuel Valadares – Facetas de uma personalidade: humana, científica e artística (por Lídia Salgueiro e Luísa Carvalho)








Lídia Salgueiro, Luísa Carvalho: Manuel Valadares – Facetas de uma personalidade: humana, científica e artística. In Memórias de Professores Cientistas. Os 90 anos da FCUL, 1911-2001. Lisboa: FCUL, 2001. Coordenação editorial: Ana Simões.

quarta-feira, 29 de Agosto de 2007

Maria e Manuel Valadares em Roma, Novembro de 1940



No monte Gianicolo em plena guerra...
(Compadres porque padrinhos do filho de Lídia e António Aniceto, Luiz)
(do espólio de António Aniceto Monteiro)
Agradecimentos à família de António Aniceto Monteiro
Digitalização de Jorge Rezende
*
Valadares foi a Itália em 1940, tendo permanecido 14 meses no Instituto de Volta, em Pavia, e no Laboratório de Física do Instituto de Saúde Pública, em Roma. Neste período publicou vários trabalhos de Física Nuclear e de Espectrometria de Raios X.
A tese de doutoramento de Lídia Salgueiro realizada em Lisboa, sob a sua orientação, só foi possível graças à oferta de agulhas velhas de radão pelo Laboratório de Física do Instituto de Saúde Pública de Roma. Algumas dessas agulhas foram ainda utilizadas para a realização da tese de doutoramento de Carlos Braga, um assistente da Universidade do Porto, que com ele veio trabalhar em espectrografia magnética utilizando um electroíman já existente no Laboratório, destinado inicialmente a experiências de Óptica e Física Atómica. Veio ainda a fazer a tese com Valadares outro assistente da Universidade do Porto, José Sarmento, que montou uma instalação de Raios X. Um assistente da Universidade de Madrid esteve algum tempo no Centro de Estudos de Física da Universidade de Lisboa, trabalhando sob a sua orientação.
*
Ver:

Hugo Ribeiro e Pilar Ribeiro: Zurique, 17 de Janeiro de 1943


No centro da Europa em plena guerra...
(do espólio de António Aniceto Monteiro)
Agradecimentos à família de António Aniceto Monteiro
Digitalização de Jorge Rezende

Ruy Luís Gomes e José Morgado no Recife: Agosto de 1964




(do espólio de António Aniceto Monteiro)
Agradecimentos à família de António Aniceto Monteiro
Digitalização de Jorge Rezende

Abel Salazar

quinta-feira, 16 de Agosto de 2007

António Monteiro no Brasil (1945-1949)...

Digitalização de Jose Marcilese
© Família de António Aniceto Monteiro
por Antonio Augusto Passos Videira (UERJ-Brasil)
[Palestra proferida no Coloquium António Aniceto Monteiro (no centenário do seu nascimento), realiado no Museu de Ciência da Universidade de Lisboa, nos dias 4 e 5 de junho de 2007]
Ver também:

sexta-feira, 10 de Agosto de 2007

Em meados dos anos 40 e durante a sabática


Digitalizações de Jorge Rezende
© Família de António Aniceto Monteiro
Ver:

O Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas (CBPF)

...
Os trabalhos de físicos brasileiros relatados neste artigo, justificaram plenamente a razão pela qual os físicos Lattes, Leite Lopes, Tiomno, Elisa, Gabriel Fialho e Lauro Xavier Nepomuceno, mais os matemáticos Antônio Aniceto Monteiro, Nachbin e Francisco Mendes de Oliveira Castro [este havia obtido notoriedade no meio científico mundial por haver resolvido, em 1939, a equação integral de Volterra pelo método dos núcleos iterados que o próprio matemático italiano Vito Volterra (1860-1940) havia proposto em 1896],[25] e com o apoio dos irmãos Lins de Barros (Ministro João Alberto, Henry e Nelson) esses cientistas fundaram no começo de 1949, o CBPF que, juntamente com o Departamento de Física da FFCL/USP (hoje, Instituto de Física da USP) e o Departamento de Física da FNFi (hoje, Instituto de Física da UFRJ), representam o tripé fundamental, responsável pela excelente pesquisa em Física Teoria e Experimental que se faz em todo o Brasil, pesquisa essa que será tratada em várias Crônicas desta série, na qual descreveremos o papel desempenhado pela Física Brasileira no cenário da Física Mundial.
Ver:

quinta-feira, 9 de Agosto de 2007

António Aniceto Monteiro numa fotografia para o Bilhete de Identidade (1958)

Digitalização de Jose Marcilese
© Família de António Aniceto Monteiro
Una ampliacão desta foto, está na Biblioteca do Instituto de Matemática.
Ver:
(3) Biblioteca Dr. ANTONIO A. R. MONTEIRO
(2) Biblioteca Dr. ANTONIO A. R. MONTEIRO
(1) Biblioteca Dr. ANTONIO A. R. MONTEIRO
Carta a Leticia Giretti (Bahía Blanca, 14 de Setembro de 1976)

O pai, António Ribeiro Monteiro

Digitalização de Jorge Rezende
© Família de António Aniceto Monteiro
Ver:
António Ribeiro Monteiro (1880-1915)
Os pais de António Aniceto Monteiro
Angola e António Aniceto Monteiro

Certificado de Licenciatura

Digitalização de Jose Marcilese
© Família de António Aniceto Monteiro
© Família de António Aniceto Monteiro

segunda-feira, 30 de Julho de 2007

FOTOBIOGRAFIA - já à venda nas LOJAS FNAC!


Contact Center
Veja um lista das lojas FNAC aqui:
Preço na FNAC: 18 €
Para mais informações sobre pontos de venda, contacte a SPM.

Busto em gesso de Maurice Fréchet da autoria de Abel Salazar


MCUL 3494, doação de Júlia Perez Fernandez
(proveniente do gabinete de Zaluar Nunes)
Ver:

À entrada do Instituto: R. Luís Gomes, A. Monteiro e A. Diego

Reprodução por meios fotográficos de Elza Amaral
© Família de António Aniceto Monteiro
Ver:
A. Monteiro, J. C. Boussard e A. Diego, Avenida Colón, Biblioteca
No dia do estudante em 1960
E. Fernández Stacco, Antonio Diego e Enzo Gentile
Antonio Diego

Com Mário Tourasse Teixeira (em Bahía Blanca)

Reprodução por meios fotográficos de Elza Amaral

Ruy Luís Gomes, Edgardo Stacco e António A. Monteiro

Reprodução por meios fotográficos de Elza Amaral
© Família de António Aniceto Monteiro

Bahía Blanca: António A. Monteiro, ? e Oscar Dodera


Reprodução por meios fotográficos de Elza Amaral
© Família de António Aniceto Monteiro
Ver:

Ruy, Margarida, António Aniceto, Lídia e Oscar Dodera

Reprodução por meios fotográficos de Elza Amaral
© Família de António Aniceto Monteiro
Ver:

Ruy, Margarida, Luiz, Lídia e António Aniceto

Reprodução por meios fotográficos de Elza Amaral
© Família de António Aniceto Monteiro

domingo, 29 de Julho de 2007

Margarida, Ruy e Lídia

Reprodução por meios fotográficos de Elza Amaral
© Família de António Aniceto Monteiro

Margarida e Ruy

Reprodução por meios fotográficos de Elza Amaral
© Família de António Aniceto Monteiro

Lídia e António Aniceto




Reprodução por meios fotográficos de Elza Amaral
© Família de António Aniceto Monteiro

Bolseiro...


Reprodução por meios fotográficos de Elza Amaral
© Família de António Aniceto Monteiro
Bolseiro do CONICET durante a sabática...

Passaporte




Reprodução por meios fotográficos de Elza Amaral
© Família de António Aniceto Monteiro
Necessário para viajar durante a sabática...
Ver:

Passeio no Tejo: António Aniceto Monteiro e Lídia Monteiro

Passeio no Tejo: vêm-se Pilar Ribeiro, Lídia Monteiro, Soeiro Pereira Gomes (em baixo à direita), Virgínia Redol e Fernando Lopes Graça (à direita)

Digitalização de Jorge Rezende

Passeio no Tejo: Alves Redol, António Aniceto Monteiro e Hugo Ribeiro

Reprodução por meios fotográficos de Elza Amaral
© Família de António Aniceto Monteiro
Ver:
Passeio no Tejo
Passeios no Tejo. Depoimentos.
A Passagem. Uma biografia de Soeiro Pereira Gomes
Fernando Lopes Graça (17 de Dezembro de 1906 - 27 de Novembro de 1994)
António Aniceto Monteiro em Alhandra
António Aniceto Monteiro na Costa de Caparica

sábado, 28 de Julho de 2007

António Aniceto, Lídia e os filhos


Reprodução por meios fotográficos de Elza Amaral
© Família de António Aniceto Monteiro
A primeira fotografia foi tirada em César Aguilar, 598, Villa Palermo, San Juan. A segunda, deve ser de Bahía Blanca.
Ver:

António Aniceto Monteiro na Argentina

Reprodução por meios fotográficos de Elza Amaral
© Família de António Aniceto Monteiro

A. Monteiro, J. C. Boussard e A. Diego, Avenida Colón, Biblioteca

Reprodução por meios fotográficos de Elza Amaral
© Família de António Aniceto Monteiro
Nota: esta fotografia está um pouco deformada, sobretudo do lado esquerdo.
Ver:
No dia do estudante em 1960
E. Fernández Stacco, Antonio Diego e Enzo Gentile
Antonio Diego

Monteiro, fotógrafo, e Oscar Dodera em Monte Hermoso

Reprodução por meios fotográficos de Elza Amaral
© Família de António Aniceto Monteiro
Ver:

Fotógrafo...


Reprodução por meios fotográficos de Elza Amaral
© Família de António Aniceto Monteiro

No Porto, 1944


Reprodução por meios fotográficos de Elza Amaral
© Família de António Aniceto Monteiro
Ver:

No Colégio Militar, 1925


Reprodução por meios fotográficos de Elza Amaral
© Família de António Aniceto Monteiro
Ver:

sexta-feira, 27 de Julho de 2007

A mãe de António Aniceto Monteiro, fotografada já em Lisboa

Reprodução por meios fotográficos de Elza Amaral
© Família de António Aniceto Monteiro

Os pais de António Aniceto Monteiro

Reprodução por meios fotográficos de Elza Amaral
© Família de António Aniceto Monteiro

Maria Joana, mãe de António Aniceto Monteiro

Reprodução por meios fotográficos de Elza Amaral
© Família de António Aniceto Monteiro
Ver:

António Monteiro (filho)

Reprodução por meios fotográficos de Elza Amaral
© Família de António Aniceto Monteiro
CARLOS ALONZO "Retrato de A. Monteiro" - Lápiz 27 x 37 - 1993.
(legenda original em espanhol)

PESSOAL... E TRANSMISSÍVEL: Elon Lages Lima, matemático

Entrevista na TSF: Elon Lages Lima, matemático
Primeira parte
Segunda parte
Terceira parte
Sobre Elon Lages Lima, ver:
Impressions on António Aniceto Monteiro (Elon Lages Lima)

“The Works of António A. Monteiro”

Imagem fornecida por Eduardo L. Ortiz
Agradecimento: Luiz Monteiro
Cartaz da apresentação no Congresso Internacional de Matemática (Madrid, 2006).
Ver:
The Works of Antonio A. Monteiro, 8 volumes, CD edition (The Humboldt Press)
Ver ainda:
ICHM Session at the ICM 2006. Ibero-American mathematics in the 19th and 20th Centuries
Eduardo Ortiz, Argentina/United Kingdom
Ernesto García Camarero, Spain
João Caraça, Portugal
A tribute to António Aniceto Monteiro (1907-1980), on the eve of his centenary (A brief presentation of the edition of Monterio's Works will be included)

Congressos Dr. Antonio A. R. Monteiro




A primeira digitalização é de Jose Marcilese e as três restantes de Jorge Rezende
Anúnico do primeiro e capas das actas dos três primeiros «Congressos Dr. Antonio A. R. Monteiro» que se têm realizado regularmente desde 1991. O IX Congresso realizou-se de 30 de Maio a 1 de Junho de 2007 coincidindo com o centenário do nascimento.

Calle Dr. A. Monteiro, Bahía Blanca, Argentina


Fotografias de Elza Amaral
Fica situada no Bairro Coronel Estomba, no sector nordeste da cidade.
Ver o mapa em

Grã-Cruz da Ordem Militar de Santiago da Espada


Digitalização de Jose Marcilese e fotografia de Elza Amaral
© Família de António Aniceto Monteiro
Em 2 de Outubro de 2000, o Presidente da República Portuguesa, Jorge Sampaio, concedeu-lhe, a título póstumo, a Grã-Cruz da Ordem Militar de Santiago da Espada.

(3) Biblioteca Dr. ANTONIO A. R. MONTEIRO


Fotografias de Elza Amaral
Placas colocadas 10 anos após a morte de A. Monteiro no interior da biblioteca.

(2) Biblioteca Dr. ANTONIO A. R. MONTEIRO

Fotografia de Elza Amaral
Placa existente à porta da biblioteca do Instituto de Matemática da Universidad del Sur.

(1) Biblioteca Dr. ANTONIO A. R. MONTEIRO

Digitalização de Jorge Rezende
© Família de António Aniceto Monteiro
Cartão em que a Direcção do Instituto de Matemática de Bahía Blanca (UNS-CONICET) comunica que, a partir de 29 de Outubro de 1983, a biblioteca se passará a chamar “Antonio A. R. Monteiro”.

quinta-feira, 26 de Julho de 2007

Notícia do falecimento

Digitalização de Jorge Rezende
© Família de António Aniceto Monteiro
Nesta notícia há um engano porque A. A. Monteiro faleceu com 73 anos.

Bodas de Ouro do casamento, 29 de Julho de 1979

Reprodução por meios fotográficos de Elza Amaral
© Família de António Aniceto Monteiro

Seminário do CMAF de 18 de Maio de 1977

Digitalização de Jorge Rezende

(3) Informe de António Monteiro: Outubro de 1977 - Novembro de 1978





Digitalização de Jorge Rezende
© Família de António Aniceto Monteiro

(2) Informe de António Monteiro: Outubro de 1977 - Novembro de 1978





Digitalização de Jorge Rezende
© Família de António Aniceto Monteiro

(1) Informe de António Monteiro: Outubro de 1977 - Novembro de 1978





Digitalização de Jorge Rezende
© Família de António Aniceto Monteiro

Monteiro com a irmã Maria de Lurdes e Lídia

Digitalização de Jorge Rezende
© Família de António Aniceto Monteiro

Monteiro com as irmãs Maria de Lurdes e Maria Petronila

Digitalização de Jorge Rezende
© Família de António Aniceto Monteiro

“O Aniceto”...

Artigo “O Aniceto”, sobre a atribuição do Prémio Gulbenkian de Ciência e Tecnologia a Monteiro, em que o presumível autor é Armando Girão. Henrique Barbeitos é outra possibilidade. Ambos eram colegas e amigos de infância de Monteiro. “O Aniceto” foi publicado na Revista da Associação dos Antigos Alunos do Colégio Militar, nº 54 (Jan/Março de 1979).

Prémio Gulbenkian de Ciência e Tecnologia (1978): carta da Fundação Calouste Gulbenkian posterior a 27 de Junho de 1979

Digitalização de Jose Marcilese
© Família de António Aniceto Monteiro
Monteiro já não regressou a Portugal para receber o prémio.

Prémio Gulbenkian de Ciência e Tecnologia (1978): carta da Fundação Calouste Gulbenkian de 27 de Junho de 1979

Digitalização de Jose Marcilese
© Família de António Aniceto Monteiro
1978: António Monteiro é distinguido com o Prémio Gulbenkian de Ciência e Tecnologia pelo seu trabalho Sur les Algèbres de Heyting Symétriques.
Ver:

Artigo de António A. Monteiro nos Anais da Academia Brasileira de Ciências [M43]

Digitalização de Jorge Rezende

Artigo de António A. Monteiro na revista «Técnica» de Setembro/Outubro de 1978 (449/450) de homenagem a Mira Fernandes [M44]

Digitalização de Jorge Rezende
Agradecimento: Edgar Ataíde

Revista «Técnica» de Setembro/Outubro de 1978 (449/450) de homenagem a Mira Fernandes



Digitalização de Jorge Rezende
Agradecimento: Edgar Ataíde

“Informação de António Monteiro sobre as suas actividades e projectos para o futuro”. Lisboa, 12 de Outubro de 1977








Digitalização de Jorge Rezende
© Família de António Aniceto Monteiro
Agradecimento: Edgar Ataíde

Aeroporto de Ezeiza, Argentina. Partida para Lisboa (1977)

Digitalização de Jose Marcilese
© Família de António Aniceto Monteiro

quarta-feira, 25 de Julho de 2007

António Aniceto Monteiro e Alfredo Pereira Gomes (sem data)

Digitalização de Jose Marcilese
© Família de António Aniceto Monteiro

Avós...

Reprodução por meios fotográficos de Elza Amaral
© Família de António Aniceto Monteiro

Monteiro com o neto Fernando (1963)

Reprodução por meios fotográficos de Elza Amaral
© Família de António Aniceto Monteiro

Lídia e António Monteiro com o primeiro neto, Fernando

Reprodução por meios fotográficos de Elza Amaral
© Família de António Aniceto Monteiro

Lídia e António Monteiro com o primeiro neto, Fernando, nascido em 10 de Outubro de 1962, filho de Luiz Monteiro. Fotografia tirada no Bairro Universitário, nº 12, Bahía Blanca (1963).

António Aniceto Monteiro na Casa 12, Barrio Universitario, Bahía Blanca (entre 1958 e 1960)

Digitalização de Jose Marcilese
© Família de António Aniceto Monteiro

António Aniceto Monteiro na Casa 12, Barrio Universitario, Bahía Blanca (entre 1958 e 1960)

Digitalização de Jose Marcilese
© Família de António Aniceto Monteiro

24 de Abril de 1975: Carta de matemáticos Argentinos em defesa de António Aniceto Monteiro



Digitalização a partir de fotocópias de Jorge Rezende
© Família de António Aniceto Monteiro
Nota: O. E. Villamayor não assina esta carta provavelmente por ser elogiado nela...

21 de Abril de 1975: Carta de matemáticos Argentinos em defesa de António Aniceto Monteiro


18 de Abril de 1975: Carta de matemáticos da UNS, Bahía Blanca, em defesa dos professores expulsos


Digitalização a partir de fotocópias de Jorge Rezende
© Família de António Aniceto Monteiro